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Se Deus “quizer” e a nossa defesa também topar, né?! (Foto: Reprodução/fan-page Vascão da Zoeira)

Danadinho este tal de futebol, né? Passados os jogos das duas últimas rodadas, eis que tenho a missão de escrever sobre partidas em que o Vasco levou sete gols – consolidando-se como a defesa mais vazada do campeonato – e marcou apenas dois. Com as derrotas para Grêmio e Corinthians, o time despencou da oitava colocação, com apenas um ponto a menos que os então líderes, para a décima terceira, quatro pontos atrás do G4  e apenas dois acima do temido Z4.  Por mais que a frieza destes números queira me induzir a uma análise negativa, recheada de protestos e em tom pessimista, não é isso que vai acontecer ao longo dos próximos parágrafos. Também há outros números que precisam ser levados em consideração e é isso que farei.

O jogo contra o Grêmio não precisa de muitas linhas para ser descrito. Perdemos por 2 a 0 muito mais por influência da arbitragem do que por deméritos nossos. O pênalti que resultou no gol inaugural do Lucas Barrios, aos 37 do primeiro tempo, foi um absurdo sem tamanho, pois o zagueiro Pedro Geromel claramente buscou o contato com o estreante Wellington e desabou na área quando as pernas se tocaram. As palavras do comentarista Renato Marsiglia resumem bem o absurdo daquela que foi a quinta penalidade marcada contra o Gigante da Colina nas quatro primeiras rodadas: “Esse braço não derruba ninguém. E ele também não colocou a perna para derrubar o Geromel. Marcação exagerada do árbitro”. A partir dali o técnico Milton Mendes se viu na obrigação de mudar a estratégia e expor o time ao forte ataque gaúcho. Dominamos as ações no segundo tempo e só não conseguimos o empate porque a sorte não estava do nosso lado, pois as chances não foram poucas. Como “quem não faz toma”, Luan fechou o placar já no apagar das luzes, após linda troca de passes dentro da área.

Ontem à noite, no confronto contra o sempre perigoso e bem armado Corinthians, a missão era buscar a reabilitação com o apoio da massa cruzmaltina. que mais uma vez compareceu em grande número no caldeirão de São Januário. As coisas ficaram ainda mais difíceis logo no início do jogo, ao termos que queimar uma substituição por conta de uma lesão preocupante do atacante Kelvin e levarmos um gol relâmpago marcado por Marquinhos Gabriel. Mas este Vasco é um time raçudo e que tem encarado sem medo todos os adversários neste campeonato. Talvez esteja justamente aí o nosso grande mérito, e também o grande pecado.

O time foi para cima, pressionou muito e deu bastante trabalho ao Cássio – que, diga-se de passagem, parece que gosta mesmo de se agigantar quando nos vê em campo, como bem sabe o Diego Souza. Bem postado na defesa, o alvinegro do apito amigo encaixou um contragolpe perfeito, aos 38 minutos, com o Jô recebendo um passe perfeito do Marquinhos Gabriel, ganhando do Paulão na corrida e driblando o Martín Silva antes de rolar a bola em direção à rede. Os números de finalizações mostravam bem a diferença de precisão e efetividade entre os dois ataques: o Vasco já somava oito, enquanto o Corinthians só tinha duas, exatamente as que movimentaram o placar. De nada adiantavam os nossos 60% de posse de bola, as 18 bolas levantadas na área (contra apenas duas deles) e os oito escanteios (contra nenhum do rival).

Em relação aos primeiros 45 minutos, também merecem menções especiais duas gravíssimas falhas do assoprador Wagner Reway, antes dos 15 minutos: primeiro, ao não marcar pênalti do lateral Paulo Roberto em Manga Escobar; e, pouco depois, ao ter aplicado apenas um cartão amarelo a Pablo após o zagueiro ter dado um soco em Luis Fabiano fora da disputa de bola. Caso a regra fosse aplicada, poderíamos ter um a mais em campo durante mais de 80% do tempo de jogo. Esta resenha certamente seria bem diferente.

O fato é que, além de estarem jogando direitinho, eles sempre contam com esta forcinha de quem deveria zelar pelo cumprimento das regras do esporte. O máximo que vai acontecer se reclamarmos é ficarmos com a fama que hoje é dos botafoguenses. O jeito era voltar para o segundo tempo com ainda mais disposição e ímpeto ofensivo. A entrada do Nenê na vaga do Gilberto, deslocando o Yago Pikachu para a lateral, contribuiu muito para isso. E não tardou para empatarmos, com duas cabeçadas precisas do nosso Fabuloso centroavante, em apenas dois minutos. A virada parecia questão de tempo e quase aconteceu, pelos pés de Mateus Pet, Manga e Luis Fabiano.

O problema é que, com a mesmo facilidade que nosso ataque cria e desperdiça chances de gol, a defesa abre espaços generosos e convidativos. Não deu outra. Aos 12, Clayson lançou Maycon, que tocou na saída do nosso sofrido arqueiro. Era tudo que eles queriam e o enredo voltou a ser o mesmo: Vasco se lançando ao ataque desesperadamente, mas sem sorte e precisão nas conclusões ou parando no Cássio, e o Corinthians sempre perigoso em suas rápidas investidas nos contragolpes. Os visitantes desagradáveis já estavam mais do que satisfeitos com o 3 a 2 e usaram a velha tática das substituições para ganhar tempo no final da partida.

Quando a fase é boa, tudo conspira a favor. E foi justamente um dos jogadores que saíram do banco apenas com a missão de gastar tempo quem transformou a vitória em goleada, aproveitando mais dois vacilos de um sistema defensivo ainda mais frágil após a substituição do volante Jean pelo outra vez inoperante Muriqui: o atacante Cleyton marcou de cabeça, aos 38, e com o pé direito, já aos 46, decretando o 5 a 2 que nos deixou com o nada agradável saldo negativo de 7 gols.

 

Segundo as estatísticas divulgadas pelo blog do Lance!, fechamos o jogo com 56% de posse de bola, mais do que o dobro de finalizações (23 a 10) e do que o quádruplo de cruzamentos (56 a 13). Não são estes os números que interessam à história do confronto, nem ao campeonato. Mas são eles que me fazem acreditar no potencial deste time, mesmo após ter sofrido goleadas em duas das três derrotas.

 

Cenário

Restam ainda 33 rodadas e o que vemos é uma equipe aguerrida, que agride bastante, mas peca demais ao ceder espaços inadmissíveis diante de rivais muito mais fortes do que os que tivemos pela frente na Segundona do ano passado e, mais recentemente, no Carioquinha com o regulamento mais esdrúxulo de todos os tempos. Milton Mendes me parece um treinador sério e estudioso, porém precisa rever urgentemente alguns de seus conceitos. Deixar apenas o Douglas como volante de marcação a partir dos 30 do segundo tempo foi um erro crasso e que desequilibrou totalmente a equipe num momento crucial, transformando uma derrota apertada em goleada vexatória.

Além disso, manter o Nenê no banco é de uma burrice sem tamanho. É evidente a limitação do nosso elenco e não podemos nos dar ao luxo de perder justamente a peça de maior qualidade técnica, experiente e decisiva nas bolas paradas. Sendo sondado por quatro clubes, é óbvio que ele não vai fazer questão de continuar em um onde seu futebol não está sendo reconhecido. Acorda, Milton! Fica, Nenê!

 

#SOLADADOBACALHAU: ainda bem que o Framengo fez questão de amenizar a nossa tristeza, perdendo mais uma vez para o legítimo campeão de 1987; pelo menos desta vez não foi por W.O., né?!

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