Embora Eduardo Batista tenha deixado o Palmeiras na liderança de seu grupo na libertadores, o time não vinha fazendo boas apresentações táticas/técnicas. O Palmeiras jogava no esquema 4-abismo-5-abismo-1, que acabou queimando vários jogadores que antes eram unanimidade para a torcida. Borja, a grande contratação do ano, vinha jogando extremamente isolado no ataque e foi substituído várias vezes pelo Willian (que joga melhor como segundo atacante ou pelas pontas).

Sem apresentar perspectiva de melhora, a direção optou pela volta do Cuca, que terá que readaptar o time ao Cucabol. Graças ao “ótimo” calendário brasileiro, nos próximos 3 meses o Palmeiras não terá praticamente nenhum dia para treinar, pois vai jogar a cada 3,3 dias. O novo técnico tem a difícil missão de recriar uma espinha dorsal, aproximando mais as linhas, melhorando o sistema defensivo e a ligação defesa-ataque. Tudo isso apenas no gogó, sem treinos, entre jogos importantes do Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores e rodando elenco. Já comprou seu desfibrilador para conseguir chegar no fim do ano e comemorar o bicampeonato e/ou a libertadores?

Iniciando neste domingo contra o Vasco, eu espero:

  • Escalação: Prass. Jean, Mina, Dracena e Zé. Felipe Melo, Tche Tche e Guerra. Dudu, Willian e Borja.
  • Placar: Palmeiras 2 x 0 Vasco (com Borja marcando um tento)
  • Melhora no sistema defensivo
  • Início da volta da marcação pressão na defesa do adversário
  • Dificuldade na saída de bola
  • Time um pouco mais compacto

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