Eis o torcedor do São Paulo

O primeiro e maior torcedor do São Paulo FC

Um felino que comenta futebol?

Devo conceder que, para a maioria de vocês, deve ser deveras esquisito ler uma resenha esportiva feita por um gato. Alguns mesmo, em sua impáfia humana, podem achar que o futebol é algo que só pode ser analisado pelos seres que o praticam.

Minha missão é provar que vocês estão errados. Permitam-me uma breve apresentação.

Vocês podem me chamar de Gato do Velódromo. Era assim que o pessoal da Associação Atlética das Palmeiras me chamava.

Você leu certo. Estou falando do grande time do Campo da Floresta e não aquele que era o antes chamado de Palestra Itália.

Isso me faz um gato centenário que presenciou os antecendentes da fundação do nosso bem amado Tricolor Paulista graças ao pessoal do Paulistano que não me viu dorminando entre as tábuas de madeira quando cedeu as arquibancadas do Velódromo para o Campo da Floresta.

Agradeço demais pela oportunidade desse nobre site para também fazer a minha resenha acerca deste Brasileirão de 2017.

E uma coisa tenho que dizer ao rebuliço por causa de uma coisa sem defesa e sem justiça que aconteceu na competição passada. Quanto mais criticado é o São Paulo, mais forte ele se torna.

Afinal, é o time da fé que faz a moeda cair em pé.

Saudações são-paulinas do Gato do Velódromo

Rafael Duarte Oliveira Venancio

Rafael Duarte Oliveira Venancio

Nos anos 1910, o Paulistano cedeu a arquibancada do Velódromo para o Campo da Floresta. Era o começo do São Paulo, criado em 1930. No Velódromo, morava um gato, que foi na troca e que vive, até hoje, junto do Tricolor. Há quem diga que isso é invenção do Rafael Duarte Oliveira Venancio, mas nunca foi provado.
Rafael Duarte Oliveira Venancio

Últimos posts por Rafael Duarte Oliveira Venancio (exibir todos)

Comente aqui...

comentário

Rafael Duarte Oliveira Venancio

Nos anos 1910, o Paulistano cedeu a arquibancada do Velódromo para o Campo da Floresta. Era o começo do São Paulo, criado em 1930. No Velódromo, morava um gato, que foi na troca e que vive, até hoje, junto do Tricolor. Há quem diga que isso é invenção do Rafael Duarte Oliveira Venancio, mas nunca foi provado.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.