Obrigado, Ceni! Bem-vindo, Dorival!

O placar do Morumbi informa…

Saudações são-paulinas!

Após a derrota para o Flamengo e a nossa entrada provisória no temido Z4 no último domingo, este gato resolveu colocar os bigodes de molho. Não entendo mais nada. Afinal de conta, o que nos falta? O que nos resta melhorar? Que choque de realidade é necessário para o Clube da Fé acreditar em si?

O nosso presidente foi rápido e simples em sua ação junto com os seus conselheiros. É hora do sofrido adeus a Rogério Ceni. Nem que seja um até logo. Sua demissão representa um marco em quase 25 anos de São Paulo. Que torcedor tricolor já imaginou o M1to sendo convidado a sair do nosso clube?

Em seu adeus ao torcedor, no dia de hoje, Rogério deixou muito claro em sua conta oficial do Facebook: “Quem vence sem riscos, triunfa sem glórias. Esse foi o tema de minha última preleção para o time no domingo passado. Mais que apenas um tema, essa crença ecoa dentro de mim diariamente. Ela representa o que penso, acredito e sou.”

Ele, que morou nas arquibancadas do Morumbi – humilde casa do gato que vos escreve -, muito honrou o nosso clube. E deve ser sempre lembrado e uma porta sempre aberta.

Mas, agora, é hora de Dorival. E ele chega, tal como se diz, “chegando”.

Hoje mesmo, no Facebook oficial do São Paulo FC, Dorival Junior gravou um vídeo protocolar. Ele quer o São Paulo no caminho das vitórias e dos títulos. Temos certeza que o São Paulo nunca saiu dele. Ele apenas tirou uma soneca.

Rafael Duarte Oliveira Venancio

Rafael Duarte Oliveira Venancio

Nos anos 1910, o Paulistano cedeu a arquibancada do Velódromo para o Campo da Floresta. Era o começo do São Paulo, criado em 1930. No Velódromo, morava um gato, que foi na troca e que vive, até hoje, junto do Tricolor. Há quem diga que isso é invenção do Rafael Duarte Oliveira Venancio, mas nunca foi provado.
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Rafael Duarte Oliveira Venancio

Nos anos 1910, o Paulistano cedeu a arquibancada do Velódromo para o Campo da Floresta. Era o começo do São Paulo, criado em 1930. No Velódromo, morava um gato, que foi na troca e que vive, até hoje, junto do Tricolor. Há quem diga que isso é invenção do Rafael Duarte Oliveira Venancio, mas nunca foi provado.