Nos momentos de conquista, nosso amado ditador se acha o único no direito de puxar o tradicional grito de guerra. (Foto: reprodução/ site Casaca)

Agradecendo ao amigo e colega de trabalho Cristiano Alvarenga pelo convite para integrar a equipe de colunistas deste site, faço questão de registrar na minha primeira postagem o motivo de ter escolhido “Mural do Fuzarqueiro” como o nome para o espaço em que falarei sobre o Club de Regatas Vasco da Gama – que tantas alegrias já me deu, mas ultimamente só as tem proporcionado em momentos esporádicos; particularmente quando o adversário em questão é “um certo sem-teto rubro-negro”.

O termo “Mural” é porque a ideia é ser um espaço para análises informais, exposição das minhas opiniões e o melhor: muitas provocações. O canal estará sempre aberto também para comentários com gozações de torcedores rivais, pois entendo que a graça do futebol está justamente nesta gangorra de momentos e inversões de papéis – numa hora podemos sacanear e na outra, temos que aturar as zoeiras alheias. E que tudo se resuma às saudáveis brincadeiras entre amantes do esporte bretão! E que a paz, o respeito e a amizade sempre prevaleçam!

Quanto ao “Fuzarqueiro”, é uma alusão ao “Casaca”, o famoso grito de guerra sempre presente nas comemorações dos nossos títulos. A “Turma da Fuzarca” eram os nossos remadores multicampeões na década de 1920. Existem duas versões mais propagadas para a origem deste grito e elas foram apresentadas em uma postagem no blog Sempre Vasco.

O que não tem polêmica é a tradição institucionalizada assumida pelos versos “Ao Vasco nada?/ Tudo!/ Então como é que é que é que é?/ Casaca! Casaca!/ Casaca, zaca, zaca!/ A turma é boa!/ É mesmo da fuzarca!/ VASCO! VASCO! VASCO!”. Aquele senhor pusilânime que se acha dono do clube – e que, com certeza, ainda será muito questionado neste espaço – já falou ao programa “Redação SporTV” sobre como a relevância desta tradição é ensinada desde as categorias de base:

 

Fecho este post inaugural com uma seção que sempre estará nos rodapés dos meus textos e que pretende ser polêmica…

#SOLADADOBACALHAU: Três anos depois daquele gol impedidaaaaaaaaaço do Marcio Araújo tirar das nossas mãos o troféu do Carioquinha de 2014 (aquele da famosa frase “Roubado é mais gostoso”), eis que na mesma baliza o assoprador de apito deixa de marcar uma falta clara do Rever no Henrique e depois comemora o gol do Guerrero.; quando será que aquele timeco vai ganhar algum título sem ressalvas, gente?!

 

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