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【AO VIVO】Assistir JORGE WILSTERMANN X VASCO ao vivo hoje Tudo TV

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La reseña final!

Aquele detalhe que faz toda a diferença! (Foto: Reprodução/internet)

 

Esta é a 35ª e última resenha desta coluna em 2017. Não sei se o blog continuará no ar em 2018 porque infelizmente a adesão dos demais responsáveis por alimentá-lo foi muito baixa e o projeto, apesar de ter sido muito bem concebido, acabou não emplacando. De minha parte, agradeço ao amigo Cristiano Alvarenga pelo convite e pelo espaço para poder expor minhas opiniões, reflexões, críticas e brincadeiras. Se magoei alguém, peço desculpas e garanto que não era esta a intenção. Entendo que a grande graça do futebol está na arte de zoar e ser zoado e espero, sinceramente, que eu não perca amizades por amar este e odiar aquele time.

Dito isso, explico que esperei o término da Copa Sul-Americana para fazer este texto porque deste desfecho também dependia o saldo final do Brasileirão. E nunca foi tão bom ver argentino feliz no Maraca! Por mais que a mídia tentasse estimular os vascaínos a torcerem pelo maior rival para que a equipe cruzmaltina garantisse desde já a vaga na fase de grupos da Libertadores, a reação dos verdadeiros vascaínos nas ruas e nas redes sociais deixou bem clara a verdade mais óbvia de todas: quem é Vasco para valer jamais torcerá por uma conquista do Flamengo; se algum objetivo depender disso, significa que o time não é merecedor de conquistá-lo; e ponto final.

O novo vice daquele clube que se especializou em ficar “só no cheirinho” obriga o Vasco a começar a disputa da Libertadores mais cedo e deixa o Atlético-MG de fora da competição. A meu ver, só notícia boa, pois quem quer voltar a ser campeão do maior torneio do continente não pode ter medinho de fase preliminar e o Galo, com elenco milionário e o tal do São Victor fechando o gol, costuma dar trabalho pacas.

Enquanto isso, a Justiça vai dando sinais de que o presente com o qual tanto sonhamos e pelo qual esperamos há tantos e tantos anos pode estar próximo de finalmente ser entregue: o fim da ditadura mirandista!

E assim 2017 entra para a história do Gigante da Colina como o ano de um grande e feliz paradoxo: sem títulos, mas absolutamente vitorioso, sobrevivendo a inúmeras tempestades e navegando rumo a uma nova era…

 

#SOLADADOBACALHAU: e o Muralha, hein? Fosse ele no gol, provavelmente o pênalti batido no canto direito pelo argentino não teria entrado. Cheirinho de arrependimento pairando no ar… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

 

 

Despedida em prosa, verso e poesia

Foto: Paulo Fernandes/site oficial do Vasco

 

Um time que nunca inspirou confiança

Apanhou feio na primeira rodada, uma lambança!

Segue comandado pelo gangster do charutão

Aquele tumor maligno fraldador de eleição

Mas que está com os dias contados na presidência

Basta a Justiça ter o mínimo de competência!

 

Perdemos cedo o menino Douglas, volante abusado e promissor

Vendido a preço de banana, está encostado num time do exterior

Sofremos com o Cristóvão; um pouco menos com o MM

Mas o cara perdeu o vestiário, virou alvo de meme.

 

A campanha era linda no caldeirão

Casa sempre cheia, aproveitamento espetacular

Até aquela noite fatídica do jogo contra o time cujo nome prefiro não falar

Derrota em campo e vandalismo de um bando de sem noção.

 

Foram mais de três meses de castigo

Fantasma do rebaixamento voltando a rondar, um perigo!

Nenê de biquinho no banco, tentando sair

E uma molecada encapetada dando o ar de sua graça e querendo decidir.

 

O jogo é contra o galático Galo no Independência?

Chama o Paulinho e seus dois gols em sequência.

Parada dura contra o Vitória no Barradão?

Cavadinha do Paulo Vitor, sem dó nem piedade do goleirão!

Partida contra o badalado Grêmio em estádio com portão fechado?

Fica sussa, que o Vital dá conta do recado!

 

O “Zé Ricardiola” chegou e ajeitou a casinha

Ganhar do Vascão ficou complicado

Que o diga o Jô, com a sua famosa mãozinha

Só que não conseguíamos deslancar: festival de jogo empatado.

 

Mas nada de risco de degola; xô, 2ª Divisão!

Começou a rolar paquera com uma vaguinha na Liberta

Antes sonho distante, agora ela é quase certa

Grêmio campeão e facilitando a nossa missão!

E o “Framengo” na “Sula” que fique mais uma vez no tal do cheirinho

G8 já está ótimo e que esta nova vaga fique com a Chape ou o Foguinho!

 

Domingo é dia de festejar duplamente em São Janu

Pela nossa vitória e classificação

E pela do Vitória; quem sabe com gol do Kanu?

Ajudaria na rima e na zoação

Certo mesmo é que a resenha nunca falha

Isso a gente deixa para o Alex Roberto, o “ex-Muralha”!

A desforra da ‘Vênus Platinada’ finalmente aconteceu

Eurico e Romário festejam a conquista da Copa João Havelange, na tarde em que a Globo foi “obrigada” a fazer merchan do SBT. (Foto: Allsport UK/ALLSPORT)

“A vingança nunca é plena, mata a alma e envenena”. A célebre frase consagrada pelo inesquecível personagem Seu Madruga, do seriado mexicano “Chaves”, é linda, mas não faz a cabeça dos comandantes da equipe de esporte da maior emissora de televisão brasileira.

Há pouco menos de 17 anos, em janeiro de 2001, o Club de Regatas Vasco da Gama exibiu em seu uniforme a logomarca do SBT – o maior rival da TV Globo – durante a final da Copa João Havelange. Aquele episódio marcou o auge da guerra fria entre Eurico Miranda e a emissora da família Marinho. Demorou, mas a vingança da “Vênus Platinada” aconteceu na edição do programa “Globo Esporte” exibida nesta sexta-feira, 10 de novembro de 2017.

Se antes havia fortes indícios sobre irregularidades nos cadastros dos sócios votantes na Urna 7 durante as eleições presidenciais realizadas na última terça-feira, dia 7, a reportagem mostrada na Globo menos de 24 horas após a bizarra entrevista coletiva concedida por Eurico no início da noite de ontem, quinta, trouxe várias provas das fraudes. Basta a Justiça honrar o seu nome e a “Urna da Discórdia” será anulada, o que dará a Julio Brant a vitória na votação.

Na boa? Quem em sã consciência vai acreditar que o boom de registros de novos sócios iria aconteceu justamente nos últimos dois meses de 2015, com o Vasco agonizando no Brasileirão e sendo rebaixado pela terceira vez em um período de menos de 10 anos? Nada mais natural do que muitos torcedores ficarem eufóricos com aquela campanha e fazerem questão de garantir a carteirinha para poderem votar em 2017 e ajudar o presidente a conquistar mais um mandato, né?!

Obrigado, Globo! O trabalho sério e competente de sua equipe pode ter sido fundamental para que finalmente a ditadura mirandista chegue ao fim. Perdão por todas as vezes que te chamei de “golpista” e “manipuladora” e que reclamei do nível da sua programação! Extirpar um câncer nunca é uma missão fácil, ainda mais se tratando de um tumor maligno como é o deste caso. Logo, nada mais justo do que ser eterna a minha dívida de gratidão pela graça desta cura.

Este sentimento de esperança em novos tempos no Gigante da Colina é o mesmo que habita o coração de milhões de vascaínos espalhados pelo Brasil e inúmeros outros países. Não que eu veja Brant como um missionário enviado por São Januário para salvar o clube e recolocá-lo rapidamente navegando na rota dos grandes títulos. Ele precisou fazer muitas alianças para conseguir a força política que o fez destronar o “tiozão do charutão”. E vai precisar de tempo para reestruturar o clube, fazer parcerias fortes e conquistar a confiança da nossa massa que foi tão maltratada e desrespeitada durante tantos anos.

Sou um destes torcedores que gostariam muito de poder se associar ao Vascão e ajudá-lo efetivamente a voltar a ser grande, forte e respeitado. Só que isso vai acontecer apenas quando o clube estiver sendo dirigido por um grupo que mereça credibilidade. Espero ansiosamente por este momento e torço demais para que ele seja agora, já a partir de janeiro de 2018.

Caso Eurico Miranda seja tão vascaíno como se diz, a melhor forma de provar isso seria admitindo que ele e seus aliados só fazem mal à instituição. Que ele deixe a Justiça ser feita e vá curtir seus charutos cubanos lá na Sibéria, para onde prometeu ir se o time fosse rebaixado em 2015! Palavra, pelo visto, nunca foi o forte deste senhor.

 

#SOLADA DO BACALHAU: e que se dane aquela vitória linda sobre o Santos na Vila Belmiro, com aqueles dois golaços maravilhosos daqueles craques que eu nunca critiquei! Adoro a Libertadores, mas repito que não estou com pressa de voltar a disputa-la. O campeonato que importa é o que rola agora no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Bem que o Brant podia contratar o advogado do Fluminense…

O campeonato que interessa

Campello e Brant anunciam aliança: será que finalmente ficaremos livres da ditadura mirandista? (Foto: Esporte Interativo)

Pois bem: jogamos como time pequeno contra o arquirrival no sábado passado e conseguimos o objetivo que ficou mais do que evidente pelo que se viu no Maracanã, levar um pontinho pra São Januário e chegar aos 44 pontos, mantendo uma distância de nove pontos para o Z4 e, com isso, praticamente selando a permanência na elite do futebol nacional.

Faltando apenas mais sete partidas, o atual posto de oitavo colocado coloca o Vasco como forte candidato a uma das vagas para a Libertadores da América de 2018. Principalmente se o Grêmio conseguir conquistar a edição deste ano, pois dificilmente a equipe gaúcha vai conseguir a proeza de terminar este Brasileirão fora do grupo dos sete primeiros, o que significaria uma vaguinha caindo no colo do dono da oitava posição ao final do campeonato.

É um cenário até certo ponto surpreendente e animador para um clube que retornou à Série A levando uma goleada acachapante na primeira rodada – por 4 a 0 para o Palmeiras – e chegou a flertar com a zona da degola em alguns momentos da competição. A troca de Milton Mendes por Zé Ricardo significou a paz que o vestiário precisava e, desde então, os resultados positivos começaram a aparecer, alçando o Gigante da Colina à metade de cima da tabela e garantindo à nossa sofrida e traumatizada torcida um final de ano tranquilo, como há tempos não tínhamos.

Mas é preciso focar no campeonato que realmente interessa. Na próxima semana, mais precisamente no dia 7 de novembro, os sócios do Club de Regatas Vasco da Gama têm o compromisso mais importante deste ano, pois irá repercutir nos rumos da instituição até 2020. Nem mesmo se fôssemos pentacampeões brasileiros com uma campanha avassaladora haveria motivo maior para comemoração do que se finalmente conseguirmos extirpar do poder o grupo ditatorial centralizado na figura nefasta de Eurico Miranda.

Uma enquete postada na fan-page Vascão da Zoeira na madrugada desta terça-feira apresentou um resultado muito significativo: perguntados se preferiam ver o Vasco de volta à Libertadores ou livre de Eurico Miranda, num universo de 968 pessoas, 698 marcaram a segunda opção. Quem é vascaíno de verdade não pode ter outra opinião, pois uma alegria momentânea não pode ser mais importante do que virar de vez esta página triste da história do clube.

A semana passada terminou com as denúncias de que existiriam mais de 100 mortos aptos a votar, enquanto quase 4 mil sócios não constariam nas listas de eleitores, entre outras irregularidades. A simples suspeita deste tipo de prática já deveria ser motivo para desabonar uma candidatura. Quando se observa o histórico das eleições anteriores vencidas por Eurico, então, fica ainda mais evidente que não há como confiar neste cidadão e acreditar que mantê-lo no poder é a melhor opção para o clube.

Óbvio que não é. Júlio Brant e Alexandre Campello oficializaram a união de suas chapas e agora são quatro os candidatos à presidência. A oposição segue rachada, mas finalmente é possível vislumbrar um grupo forte se unindo para salvar o Vasco e empreender um novo modelo de gestão, atraindo patrocinadores e novos sócios – gente que, como eu, se recusa a colocar sequer um centavo nos cofres de São Januário enquanto houver risco deste suado dinheirinho virar charuto cubano.

Quando fundidas, as cores verde e amarelo dão origem ao azul. Pois que o verde de Campello e o amarelo de Brant representem o retorno da nossa nau a mares tranquilos e com aquele tom celeste que traz tanta paz e alento. A imensa torcida que já foi bem feliz confia nisso e sonha com este presente de Natal antecipado.

A Libertadores pode nos esperar por mais um ano. É preciso ter visão de futuro desde já. E não vai ser insistindo em um velho erro que voltaremos a ter dias de glória como rotina.

 

#SOLADADOBACALHAU: nunca antes na história deste país um time fez tanta força para perder um título de campeonato como o Corinthians está fazendo. Mas eita concorrência fraca e arregona, sô!

 

Meninos, eu vi!

Imagem: divulgação do filme “O Homem do Futuro” (Paramount Pictures/2011)

Que tarde, amigos! Definitivamente, este domingo, 3 de dezembro de 2017, dificilmente será esquecido pelos torcedores brasileiros que amam e acompanham o esporte mais popular do planeta. Os resultados da última rodada da Série A do Brasileirão, que provocaram tantas lágrimas felizes e outras tantas de desespero em estádios, residências e bares espalhados pelo país, serviram para reforçar aquela lição que todo mundo está cansado de saber, mas a maioria não gosta de praticar: cantar vitória antes da hora não é nada inteligente. E dá uma zica danada!

O Corinthians que o diga. Time com uma campanha irrepreensível no primeiro turno, com invencibilidade e impressionantes 47 pontos conquistados nos 19 jogos, os alvinegros tiveram um duro choque de realidade e despencaram de rendimento na segunda metade do campeonato. Com isso, viram escorregar de suas mãos uma taça que até a 27ª rodada – quando administrava uma vantagem de 10 pontos para o pelotão de perseguidores – era tida como certa. A maldição lançada pelos rivais desde que Jô usou o braço para marcar o gol solitário da vitória contra o Vasco, na 24ª rodada, falou mais alto e, desde então, nenhum assoprador de apito teve coragem de dar aquela forcinha habitual e sempre negada pelo tal “bando de loucos”. Foi um desfalque pesado demais para o inexperiente Fábio Carille.

Começando a rodada final com apenas um ponto de vantagem sobre o Palmeiras e tendo que enfrentar um rival que precisava vencer para escapar de vez do fantasma do rebaixamento, a partida contra o Sport, em Recife, marcou uma redenção histórica de Diego Souza. Idolatrado pelos corintianos desde 23 de maio de 2012, quando não conseguiu vencer Cássio no contragolpe fulminante que tinha tudo para valer a classificação do Vasco para as semifinais da Libertadores daquele ano, coube justamente ao camisa 87 do rubro-negro pernambucano a missão de encarar novamente o grandalhão da camisa amarela. Desta vez, a disputa foi na marca da cal e as pernas do atacante não tremeram. Muito pelo contrário, o chute foi tão forte, que a bola até furou a rede!

Festa e alívio para a maior parte do público que lotou a Ilha do Retiro e euforia ainda maior na Arena da Baixada, com palmeirenses e atleticanos festejando lado a lado o empate sem gols que garantiu o objetivo de ambos: o bicampeonato do Verdão – empatado com o Corinthians em pontos, mas à frente no número de vitórias – e a permanência do Furacão na elite do futebol brasileiro.

O campeonato com o enredo mais maluco desde que começou a era dos pontos corridos terminou com apenas um desfecho previsível há muito tempo: os rebaixamentos de Atlético-GO e Ponte Preta. As outras duas vagas indesejadas para a Série B foram definidas apenas hoje e caíram no colo de Coritiba e – quem diria? – do filho pródigo Fluminense, que gastou tanta energia na campanha do vice-campeonato da Sul-Americana, que acabou tendo que amargar mais um descenso. Procurada pelo Mural do Fuzarqueiro, a Assessoria de Imprensa do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) declarou que está ciente da movimentação do Departamento Jurídico do Tricolor das Laranjeiras, na tentativa de virar a mesa mais uma vez, honrando as tradições do clube. “Nosso órgão entende o desespero dos representantes do Fluminense, porém desta vez não podemos fazer nada e a conta da Série B precisará ser quitada em 2018”, diz um trecho da nota, enviada a esta equipe de um homem só.

Na parte de cima da tabela, quem também comemora são as torcidas dos demais classificados à Libertadores: Santos, Botafogo, Atlético-MG e São Paulo, este após uma arrancada impressionante no segundo turno e aproveitando a apatia que se abateu sobre o Vasco – após a nova reeleição do ditador Eurico Miranda – e o Grêmio – que, de tanto focar na Libertadores, esqueceu de jogar no Brasileirão; e acabou “tendo que chupar os dedos” nas duas competições.

Velhos rivais e protagonistas da partida com as cenas mais feias deste campeonato, Flamengo e Vasco se despedem melancolicamente. Enquanto o time de São Januário cumpriu o seu objetivo principal, que era a manutenção na 1ª Divisão, mas poderia ter se saído bem melhor na tabela, caso não abusasse dos empates em partidas nas quais cansou de desperdiçar chances de garantir os 3 pontos, mais feio ainda fez o badalado rubro-negro carioca, repleto de estrelas milionárias no elenco e fechando o ano sem sequer a vaguinha para a disputa da Libertadores 2018. Em outras palavras: não deu nem pro cheiro!

E assim fechamos a temporada de bola rolando, mas não a das resenhas. Estas seguirão ainda mais fortes neste período de recesso. Tudo regado a uma boa cervejinha gelada e ao clima de camaradagem que sempre reina entre amigos de verdade. Que venha um 2018 ainda mais loko!!!

 

#SOLADADOBACALHAU: este texto é uma obra de ficção e o seu autor adianta que adorará queimar a língua em algumas de suas previsões, sobretudo na mais catastrófica de todas, a sobre a manutenção da ditadura mirandista em São Januário; algo, porém, que ele interpreta como um sonho difícil de ser realizado, pois, faltando poucos dias para a votação, os grupos que se dizem oposicionistas estão dando um show de vaidades e facilitando demais as coisas para o “tiozão do charutão”…

Reencontro feliz

Uma torcida que passa por tudo que a nossa passa e segue apoiando o clube merece finalmente voltar a navegar em mares tranquilos e rumo a grandes conquistas. (Paulo Fernandes/Vasco.com.br)

Foram seis jogos de castigo, mais de três meses sem poder contar com o apoio da torcida nos jogos como mandante na capital do Rio de Janeiro. A saudade do calor da massa era grande e se refletia na queda de rendimento nestas partidas – que até a 12ª rodada do Brasileirão 2017 era de mais de 70%, para 33% de aproveitamento entre a 13ª e a 27ª. Como não poderia ser diferente, o estrago na classificação foi tremendo e chegamos a flertar perigosamente com a Zona de Rebaixamento, que tantas péssimas recordações nos traz. Mas, como diria aquela bela canção, “chega de sofrer, chega de chorar”!

Foi um sabadão delicioso para os cruzmaltinos que estiveram no “Maraca”. Diante da equipe atualmente mais arrumadinha e regular do futebol carioca, o Botafogo, o Vasco provou que é um novo time desde que trocou de comandante pela segunda vez neste campeonato e venceu com autoridade, graças a mais uma atuação segura da defesa e a um lance iluminado do maestro Nenê – e não me venham com conversa furada de que houve alguma irregularidade naquele golaço.

Conquistamos a segunda vitória consecutiva e, se antes tínhamos que ficar mais preocupados olhando para baixo, agora podemos até sonhar com a volta à Libertadores da América, pois abrimos sete pontos de vantagem em relação à faixa da degola e estamos a apenas quatro do grupo que garante vaga na próxima edição da principal competição do continente. Zé Ricardo não é nenhum gênio e também cometeu alguns erros de estratégia que nos custaram pontinhos preciosos em algumas das últimas partidas, porém é preciso que façamos justiça e reconheçamos que há muito tempo não tínhamos um vestiário tão tranquilo e não víamos o nosso manto sagrado sendo envergado com um padrão de jogo tão sólido e consistente.

Hoje sim podemos entrar em campo contra qualquer um dos 19 adversários que disputam esta competição com a convicção de que a vitória não viria por zebra ou obra da sorte – porque por ajuda do apito sabemos perfeitamente que nunca viria mesmo. Muito pelo contrário, há que se continuar portando com as mesmas confiança e agressividade – no bom sentido do termo – que têm sido a marca deste Vasco pós-Zé.

Faltam apenas mais 10 jogos  para o desfecho da temporada. O próximo é em Goiânia contra o lanterninha cativo, o Atlético Goianiense, que até esboçou uma reação, mas parece mesmo fadado a voltar para a Segundona. Pois que o ajudemos a selar logo este destino. Ganhar de rubro-negro é sempre prazer dobrado e, neste caso, uma obrigação para quem quer ter direito a sonhar com algo mais do que um singelo papel de coadjuvante no meio da tabela.

 

#SOLADADOBACALHAU: Nenê decidiu o clássico contra o Fluminense no primeiro turno e agora o contra o Botafogo; falta apenas mais um para fechar a trinca; a cereja no bolo tem que vir no próximo dia 28. Quem sabe o primeiro pênalti a favor do Vasco neste campeonato seja marcado justamente para este gol sair na marca da cal e diante do tão badalado Diego Alves?

 

 

Salve-se quem puder!

Imagem: reprodução/YouTube

É triste admitir, mas a grande disputa na atual edição da Série A do Campeonato Brasileiro não é pelo título, e sim pelo direito de poder participar do mesmo certame na próxima temporada. Aproveitando a pausa nas emoções do Brasileirão até o dia 11 de outubro, por conta do intervalo para os dois últimos jogos das Eliminatórias Sul-americanas para a Copa 2018, peço licença para postar este texto provando que nunca antes na história deste país se viu tanto time querendo fugir do tal “fantasma do rebaixamento”.

Passadas 26 rodadas, o equilíbrio na tabela de classificação é tamanho, que o atual ocupante da oitava posição, apesar de estar apenas uma abaixo do grupo formado pelas equipes que hoje têm direito a vagas na Libertadores da América, está a uma distância menor se mudarmos o foco para o outro extremo, ou seja, a faixa dos quatro times que integram a zona de degola. Traduzindo, a matemática é a seguinte: com 34 pontos, o Atlético-PR somou cinco a menos que o Flamengo, o sétimo colocado, e quatro a mais que o Sport, o décimo sétimo.

Ao longo de todo o primeiro turno, o lanterna Atlético-GO era tido por 11 em cada 10 especialistas no assunto como carta fora do baralho e dono certo de uma das temidas vagas para a Série B do ano que vem. Porém, o time que representa a capital do meu estado faz um returno digno de aplausos, com a melhor campanha. Graças a três vitórias e um empate nos últimos cinco jogos, o rubro-negro já aparece com 25 pontos. No jargão médico, digamos que é aquele paciente que esteve por muito tempo em coma profundo, mas vem apresentando uma evolução surpreendente e, em breve, pode até ser desentubado.

Quanto ao meu Vasco, razão de ser desta coluna, sou obrigado a reconhecer que ele pegou mesmo gosto por “viver perigosamente” e não quer saber de calmaria. Assim como ocorreu em Recife na 24ª rodada, o Gigante da Colina saiu na frente logo no primeiro tempo e teve várias chances de liquidar a fatura contra a Chapecoense na tarde do último sábado, dia 30, mas não o fez e sofreu o empate novamente.

Moral da história: foram quatro pontos jogados no lixo nestas duas partidas e agora estamos apenas três pontos acima da zona maldita. O G7 está a longínquos seis pontos de distância e a triste realidade é que o nosso objetivo é mesmo simplesmente não cair outra vez.

Muito pouco para quem construiu uma história tão linda e gloriosa até 2000, quando houve as conquistas das Copas Mercosul e João Havelange, o Brasileirão daquele ano – e com um lampejo de felicidade nas temporadas de 2011 e 2012. Não teria como ser diferente, porém, por continuarmos sob o regime da ditadura mirandista, cujas características mais marcantes são a empáfia, a incompetência e a péssima gerência. E vou parar por aqui, senão entro em outros “méritos” e agorinha o processo chega.

#SOLADADOBACALHAU: dizem que o advogado que o Fluminense já foi para o aquecimento; será que finalmente vão quitar a conta da Série B, vencida desde 2000?