La reseña final!

Aquele detalhe que faz toda a diferença! (Foto: Reprodução/internet)

 

Esta é a 35ª e última resenha desta coluna em 2017. Não sei se o blog continuará no ar em 2018 porque infelizmente a adesão dos demais responsáveis por alimentá-lo foi muito baixa e o projeto, apesar de ter sido muito bem concebido, acabou não emplacando. De minha parte, agradeço ao amigo Cristiano Alvarenga pelo convite e pelo espaço para poder expor minhas opiniões, reflexões, críticas e brincadeiras. Se magoei alguém, peço desculpas e garanto que não era esta a intenção. Entendo que a grande graça do futebol está na arte de zoar e ser zoado e espero, sinceramente, que eu não perca amizades por amar este e odiar aquele time.

Dito isso, explico que esperei o término da Copa Sul-Americana para fazer este texto porque deste desfecho também dependia o saldo final do Brasileirão. E nunca foi tão bom ver argentino feliz no Maraca! Por mais que a mídia tentasse estimular os vascaínos a torcerem pelo maior rival para que a equipe cruzmaltina garantisse desde já a vaga na fase de grupos da Libertadores, a reação dos verdadeiros vascaínos nas ruas e nas redes sociais deixou bem clara a verdade mais óbvia de todas: quem é Vasco para valer jamais torcerá por uma conquista do Flamengo; se algum objetivo depender disso, significa que o time não é merecedor de conquistá-lo; e ponto final.

O novo vice daquele clube que se especializou em ficar “só no cheirinho” obriga o Vasco a começar a disputa da Libertadores mais cedo e deixa o Atlético-MG de fora da competição. A meu ver, só notícia boa, pois quem quer voltar a ser campeão do maior torneio do continente não pode ter medinho de fase preliminar e o Galo, com elenco milionário e o tal do São Victor fechando o gol, costuma dar trabalho pacas.

Enquanto isso, a Justiça vai dando sinais de que o presente com o qual tanto sonhamos e pelo qual esperamos há tantos e tantos anos pode estar próximo de finalmente ser entregue: o fim da ditadura mirandista!

E assim 2017 entra para a história do Gigante da Colina como o ano de um grande e feliz paradoxo: sem títulos, mas absolutamente vitorioso, sobrevivendo a inúmeras tempestades e navegando rumo a uma nova era…

 

#SOLADADOBACALHAU: e o Muralha, hein? Fosse ele no gol, provavelmente o pênalti batido no canto direito pelo argentino não teria entrado. Cheirinho de arrependimento pairando no ar… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

 

 

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