Soneto de fim de turno na Bahia

sao paulo soneto da derrota

Acabou, Dorival,

o turno do Brasileirão

e o Tricolor vai mal

com medo da Segunda Divisão.

 

O ataque está normal,

mas a zaga é decepção.

Com Hernanes sensacional,

o meio não está regular não.

 

Agora, em jogos, faltam dezenove.

É um novo campeonato, um desafio,

a nossa prova dos nove.

 

Já que hoje ficamos por um fio,

e, a não ser que você inove,

Dorival, sentiremos, do Z4, calafrio.

 

 

Apenas com poesia para lidar com o nosso Tricolor, nobres colegas. No entanto, este gato segue acreditando…

Soneto para Dorival em Chapecó

dorival
Nosso técnico, por enquanto…

Pobre Dorival em Chapecó!
Em plena Arena Condá,
o São Paulo foi digno de dó
e, a vitória tricolor, não há!

Até que o time foi meió,
mas a Chape não sabe brincá.
Depois de um 0 a 0, veio o pió:
Dois gols e uma vontade de chorá!

E agora Dorival?
O que fazer agora,
já que o São Paulo continua mal.

Pelo jeito, demitir sem demora
o Ceni não foi providencial.
Quando será, da vitória, a hora?

PS: Preferi um poema a la Drummond porque só com poesia mesmo para não xingar. Saudações são-paulinas deste maior sofredor, felino que seja, pelo Clube da Fé.